Sociedade Empresarial Perene e Lucrativa

22 de junho de 2020

Com a modernização das empresas e, por consequência, das relações entre empresários e colaboradores, sobretudo nas sociedades onde o maior capital é o intelectual, tem se tornado cada vez mais comum a valorização de talentos e formas específicas de retê-los.

Um formato que vem ganhando força, e que teve ampla divulgação na mídia, é o utilizado pelo Grupo 3G formado pelos empresários brasileiros Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles. Desde o início de suas companhias eles selecionavam jovens talentosos, com vontade de crescer e com a possibilidade de permanência via pagamento de altos bônus variáveis e, principalmente, pelo ingresso na sociedade ao longo da carreira.

Visando implantar modelo que atinja os objetivos, sem a complexidade do modelo 3G, os contratos ou estatutos sociais e, especialmente, os acordos de quotistas ou acionistas, precisaram ser inovadores para não apenas contemplarem regras específicas de dissipar conflitos societários ou de sucessão entre os sócios existentes. Acima de tudo, devem criar condições societárias que regulem metodologias claras e simplificadas de admissão e valorização de talentos (colaboradores ou não), além de métricas objetivas de avaliação das quotas e medidas que permitam a aferição constante de desempenho e produtividade de todos os sócios, para atingir o objetivo final que é a perpetuidade, crescimento e rentabilidade do negócio.

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Jackson de Menezes Rodrigues | jackson.rodrigues@consult.com.br

Sócio da Consult Soluções Empresariais